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Núcleo de Meio Ambiente - NUMA - NUMA/UFPA

Criação da Coordenadoria de Periódicos do NUMA (CP-NUMA), para organizar e gerenciar as revistas vinculadas ao NUMA.

Publicado em Normativos

Este volume coleta todos os resultados do projeto AguaSociaL – Water Related Science, apoiado internamente pelo Sétimo Programa Quadro da UE – FP7PEOPLE e financiado, entre 2013 e 2017, pelo esquema internacional Research Staff Exchange – IRSES Marie Curie Actions. O projeto destinou-se a consolidar a cooperação entre o Brasil e a União Europeia, a fim de promover o conhecimento das questões relacionadas com a água. Envolveu várias universidades europeias, tais como a coordenadora Roma Três, a Universidade Metropolitana de Leeds (UK), a Universidade Autônoma de Barcelona (ES); e mais duas universidades brasileiras, a Universidade Federal do Pará – UFPA (BR) e a Universidade do Estado do Amazonas – UEA (BR). Também contou com a colaboração e o apoio científico de organismos nacionais brasileiros como o INPA – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e a FAPESPA – Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas.

O volume é organizado em três partes, cada uma contém vários capítulos. A primeira parte, “Acesso aos recursos, desenvolvimento e pobreza na Amazônia”, fotografa o paradoxo da coexistência entre a abundância de recursos, especialmente água, e a pobreza na Amazônia. A segunda parte, “Recursos hídricos, hidreletricidade e governança territorial”, trata da análise de estratégias para a gestão dos recursos hídricos como fonte de produção de energia. A terceira e última parte, “Inovações sociais no tratamento das águas a preservação do meio ambiente” aborda o tema do tratamento  a água e do acesso aos recursos hídricos como bens primários.

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O Programa de Formação Interdisciplinar em Meio Ambiente (PROFIMA) traz ao público em geral a presente obra num momento histórico em que o conhecimento científico e a educação estão sendo questionados por uma visão de mundo alienante e predatória. O sistema capitalista hegemônico, em seu objetivo de transformar tudo em mercadoria, desencadeia processos desiguais de desenvolvimento, apoiando-se na exploração do ser humano e da natureza por meio da razão instrumental da ciência. Contudo, a face mais atrasada e conservadora deste processo encontrou no Brasil, nestas décadas iniciais do século XXI, um território da barbárie, onde se encontram diferentes facetas da crise estrutural do sistema: econômica; ambiental; de saúde, com destaque à pandemia da COVID 19; social e ideológica.

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A gestão ambiental é tema significativo no trato das questões ambientais, especialmente nestas primeiras décadas do século XXI. As transformações globais percebidas na relação natureza e ser humano são estruturais e complexas. Mudanças climáticas, pandemia da COVID 19 e degradação ambiental colocam em xeque o modelo capitalista de produção e se tornam exemplos concretos da necessidade e urgência de uma nova forma de
produção, consumo, gerenciamento e tratamento da relação sociedade e meio ambiente. Uma nova gestão ambiental.

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A abordagem da gestão da água enquanto recurso patrimonial do território se dirige especialmente às relações com ele mantidas por uma diversidade de populações - indígenas, ribeirinhos, extrativistas, agricultores, quilombolas ou, nas cidades, habitantes de bairros populares, habitantes de bairros de classe média, etc. Quaisquer que sejam os usos da água e suas funções: econômicas, sociais, culturais (simbólicas, identitárias), a diversidade, segundo contextos e situações, é bastante ampla. As análises então reunidas neste livro envolvem territórios nos quais estão presentes desafios da ambientalização no sentido encontrado em José Sérgio Leite Lopes (2006). Desafios que trazem especialmente como efeitos uma nova legitimidade a certos atores locais e seus compromissos, visibilizam e não raro ampliam os conflitos locias, ao mesmo tempo em que confortam os movimentos sociais e suas reivindicações.

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Este glossário ilustrado reúne as variações linguísticas, identificadas na linguagem coloquial utilizada pelos ribeirinhos das Ilhas de Abaetetuba, como apresenta também utensílios e as plantas necessárias à confecção dos artefatos utilizados desde a coleta até a extração do açaí, demonstrando a importância biocultural de diferentes espécies para os ribeirinhos.

Este produto tem como objetivo contribuir para o diálogo de saberes entre os agentes de assistência técnica e os ribeirinhos.

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A definição espacial da chamada Amazônia Legal surge com a Lei nº 1.806, de 06.01.1953, que marca a criação da Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia (SPVEA). Mas é a partir da Lei nº 5.173 de 27.10.1966, que a Amazônia Legal passa a se impor como região de atuação político-administrativa de uma nova instituição de planejamento e promoção do desenvolvimento regional: a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM). De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a região, que possui área correspondente a 5.020.791 km² (cerca de 60% do território brasileiro), é composta por 772 municípios distribuídos ao longo de nove estados: Pará, Amazonas, Amapá, Acre, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso e Oeste do Maranhão. E, nesse contexto, é mais apropriado considerar a pluralidade e falarmos de amazônias brasileiras, como já abordado por vários autores - a exemplo de Maués (1999), Gonçalves (2001) e Canto (2012; 2016).

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A definição espacial da chamada Amazônia Legal surge com a Lei nº 1.806, de 06.01.1953, que marca a criação da Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia (SPVEA). Mas é a partir da Lei nº 5.173 de 27.10.1966, que a Amazônia Legal passa a se impor como região de atuação político-administrativa de uma nova instituição de planejamento e promoção do desenvolvimento regional: a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM). De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a região, que possui área correspondente a 5.020.791 km² (cerca de 60% do território brasileiro), é composta por 772 municípios distribuídos ao longo de nove estados: Pará, Amazonas, Amapá, Acre, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso e Oeste do Maranhão. E, nesse contexto, é mais apropriado considerar a pluralidade e falarmos de amazônias brasileiras, como já abordado por vários autores - a exemplo de Maués (1999), Gonçalves (2001) e Canto (2012; 2016).

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Título: Cartografia Socioambiental da Comunidade Quilombola Arapapuzinho

Natureza: Mapa

Tema: Modo de vida e usos do território

Técnica: Cartografia Social - Sistematização de informações fornecidas pelas comunidades

Finalidade: Trabalho do Curso de Especialização em Extensão, Inovação Socioambiental e Desenvolvimento de Sistemas Agroalimentares (AGIS/PROFIMA/NUMA/UFPA)

Área representada: Comunidade Quilombola Arapapuzinho (Abaetetuba-PA, Brasil)

Elaboração: Comunitários da Ilha Maúba e discentes e docentes do curso AGIS (PROFIMA/NUMA/UFPA)

Autores (Elaboração do Croqui; Edição Gráfica; Orientação e Supervisão Cartográfica; e Coordenação Geral): Aquiles Simões, Eliana Teles, Daniel Sombra, Thiago Maciel Vilhena, Nezilu Gonçalves, Carla Lorena Sandin da Rosa, Erika Natália Ferreira da Silva, Gleyce Carvalho Castro, Taís Rodrigues da Costa

Ano: 2018

Título: Cartografia Socioagroambiental da Comunidade de Cataiandeua (Abaetetuba-PA)

Natureza: Mapa

Tema: Modo de vida e usos do território

Técnica: Cartografia Social - Sistematização de informações fornecidas pelas comunidades

Finalidade: Trabalho do Curso de Especialização em Extensão, Inovação Socioambiental e Desenvolvimento de Sistemas Agroalimentares (AGIS/PROFIMA/NUMA/UFPA)

Área representada: Vila Cataiandeua (Abaetetuba-PA, Brasil)

Elaboração: Comunitários da Vila Cataiandeua e discentes e docentes do curso AGIS (PROFIMA/NUMA/UFPA)

Autores (Elaboração do Croqui; Edição Gráfica; Orientação e Supervisão Cartográfica; e Coordenação Geral): Aquiles Simões, Eliana Teles, Daniel Sombra, Nezilu Gonçalves, Marcelo Pustilnik Vieira, Fernando Trindade, Graciele dos Prazeres, Jânio Lobato, Ketlen Bitencourt, Márcia Pinheiro

Ano: 2018

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