Palestra com presidente do Banco Santander debate o desenvolvimento sustentável

Mais de 300 pessoas lotaram no dia de hoje, 22, a palestra "Sustentabilidade, Sociedade e Meio Ambiente", ministrada pelo Presidente do Banco Santander, Sérgio Rial, no Auditório Jerônimo Rodrigues do Centro Administrativo do Grupo Líder. O evento foi uma iniciativa do Núcleo de Meio Ambiente da Universidade Federal do Pará (NUMA/UFPA), com o apoio do Grupo Líder e teve como objetivo ampliar a discussão sobre questões ambientais.

Além da comunidade acadêmica e da sociedade de modo geral, estiveram presentes na palestra o grupo de diretores do Líder; membros da Família Líder; Membros e Diretores de vários segmentos do Banco Santander; o Vice-reitor na Universidade Federal do Pará, Gilmar Pereira da Silva; o Diretor Geral do NUMA, Sergio Cardoso de Moraes; e a Vice-reitora da Universidade da Amazônia (UNAMA), Maria Betânia.

O evento teve início com a palavra de Sergio Cardoso, Diretor do NUMA, que exaltou em fala a importância do encontro entre sociedade, empresas e comunidade acadêmica para que se "compreenda a relação entre sustentabilidade e sociedade a partir das grandes instituições financeiras".

Já um dos responsáveis pela iniciativa, o aluno de mestrado do Programa de Pós-Graduação do NUMA (PPGEDAM) e integrante do Grupo Líder, João Augusto Rodrigues, fez a saudação inicial da palestra e ressaltou o comprometimento da sua empresa no assunto. "O Grupo Líder vem abrindo os caminhos para o debate do desenvolvimento sustentável. Buscamos com essa palestra ser o grupo a dar o passo inicial na ampliação dessa discussão", destacou.

Sustentabilidade - Sergio Rial explanou durante o evento o papel das empresas privada em questões sociais no Brasil. O Banco Santander, por exemplo, reúne diversas áreas de incentivo à economia associada a preservação ambiental. "Nós acreditamos que o empreendedorismo funciona como uma mola de transformação nacional", comentou.

Para ele, é necessário construir um país de maneira sustentável em uma parceria entre a sociedade, o setor público e o setor privado. "Estados como o do Pará são muito ricos, um fator que pode significar algo bom, mas também pode ser algo ruim. É necessário que os governantes saibam aproveitar de maneira planejada os recursos da Amazônia. Precisamos, unidos, criar uma logística de ação", concluiu Rial.

O vice-reitor da UFPA, Gilmar Pereira, encerrou a cerimônia exaltando a importância do diálogo entre a instituição federal e o banco Santander. "Estou
muito animado, assim como reitor Emmanuel Tourinho, com o debate do desenvolvimento sustentável. E é muito importante fazer essa reflexão ao lado do presidente de um banco tão importante", finalizou.

Palestrante - Em sua trajetória, Sérgio Rial ocupou cargos em diversas empresas importantes dentro do mercado brasileiro, incluindo instituições financeiras. Atualmente, é presidente de um dos maiores bancos privados do País, o Santander. A empresa é reconhecida no meio acadêmico pelo Programa "Santander Universidades", com programas de bolsas, ciência e inovação, empreendedorismo, transferência tecnológica e apoio a projetos universitários.

O Banco Santander é o 3º maior banco privado do Brasil com mais de 30 mil clientes. A empresa integra o Grupo Santander, oriundo da Espanha e que faz parte da zona do Euro.

Texto e foto: Fábia Sepêda - Assessoria de Comunicação NUMA/UFPA

Docente do NUMA ministra curso sobre Bacias Hidrográficas

O professor Dr. Ronaldo Mendes, do Núcleo de Meio Ambiente da Universidade Federal do Pará (NUMA/UFPA), irá ministrar amanhã, 22, o curso "Gestão Integrada de Bacias Hidrográficas". O evento ocorrerá no Campus da UFRA em Igarapé-Açú e é destinado à menbros do grupo Pró Comitê da Bacia do Rio Marapanim dos municípios de Igarapé-açu, São Francisco, Magalhães Barata e Maracanã.

Serviço

Curso "Gestão Integrada de Bacias Hidrográficas"

Local: Igarapé-açu - Campus da UFRA

Data: 22 de março de 2017

Hora: 9h às 12h30 e 13h30 às 17h

 

NUMA promove palestra com Presidente do Banco Santander

 

 

"Sustentabilidade, Sociedade e Meio Ambiente". Esse será o tema da palestra realizada pelo Núcleo de Meio Ambiente da Universidade Federal do Pará (NUMA/UFPA), com o apoio do Grupo Líder, no próximo dia 22 de março. O evento, que acontecerá no auditório Jerônimo Rodrigues do Centro Administrativo do Grupo Líder, terá como palestrante o Presidente do Banco Santander, Sergio Rial.

Considerando que formar uma conscientização entre as empresas e a sociedade são fundamentais para estabelecer um equilíbrio econômico, ambiental e social, o evento tem como objetivo ampliar a discussão sobre questões ambientais. Para isso, é necessário que se ouça todos os segmentos da sociedade, incluindo a parcela das empresas modernas. "A importância do tema é compreender a relação entre Sustentabilidade e Sociedade a partir das grandes instituições financeiras", comenta Sergio Cardoso de Moraes, Diretor Geraldo NUMA.

As inscrições para a palestra estarão sendo feitas na hora do evento e não há taxa de inscrição. Poderão se inscrever a comunidade acadêmica e sociedade de modo geral. Os participantes receberão um certificado de participação no evento.

Palestrante - Em sua trajetória, Sérgio Rial ocupou cargos em diversas empresas importantes dentro do mercado brasileiro, incluindo diversas instituições financeiras. Atualmente, é Presidente de um dos maiores bancos privados do país, o Santander. A empresa é reconhecida no meio acadêmico pelo Programa "Santander Universidades" com programas de bolsas, ciência e inovação, empreendedorismo, transferência tecnológica e apoio a projetos universitários.

 

Serviço

Palestra "Sustentabilidade, Sociedade e Meio Ambiente"

Local: Auditório Jerônimo Rodrigues, Centro Administrativo do Grupo Líder. Rua dos Pariquis, 1056 - Jurunas.

Data: 22 de Março

Hora: 8h às 10h.

 

Texto: Fábia Sepeda - Assessoria de Comunicação NUMA/UFPA

Foto: Reprodução/Google

NUMA auxilia na criação do primeiro comitê de bacia do Pará

Na próxima terça-feira, 14, será apreciado pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH) o pedido de reconhecimento do primeiro comitê de bacia hidrográfica do Pará. A ação conta com a ajuda do Núcleo de Meio Ambiente da Universidade Federal do Pará (NUMA/UFPA) que, com o acompanhamento da Semas, possibilitaram que as lideranças do movimento pró-Comitê Gestor identificassem a extensão da Bacia do rio Marapanim. A reunião será no auditório da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas).

O movimento em favor do Comitê Gestor da Bacia Hidrográfica do Rio Marapanim começou há mais de 11 anos, quando surgiram os primeiros conflitos de natureza hídrica no território, que envolve 12 municípios e 217 nascentes de água, algumas já bastante impactadas.

Antes de realizar pré-conferências e a conferência intermunicipal de Marapanim, em março de 2017, houve um exaustivo processo de discussão nas comunidades, sobre a necessidade de preservação e recuperação das fontes, além da gestão da água, fundamental para manutenção e implantação de projetos produtivos na região como piscicultura, fruticultura, avicultura e outras atividades como o cultivo de dendê e a pecuária. Como se trata de uma das áreas mais antigas de ocupação e colonização na Amazônia, o território da Bacia do Marapanim já sofreu muitos impactos que resultaram no desaparecimento de muitos rios e igarapés.

Com base nas leis federal e estadual de recursos hídricos o movimento em defesa da Bacia Hidrográfica do Marapanim reúne trabalhadores, empresários, organizações como as colônias de pescadores, sindicatos de produtores, reservas extrativistas, como também representantes do setor público e pesquisadores de diversas entidades e instituições científicas, de fomento, assistência técnica e de crédito.

As instituições públicas federais como as Universidades e as Secretarias Municipais de Educação, Meio Ambiente, Agricultura e Pesca estão envolvidas no movimento, que está levantando as principais áreas impactadas e apontando soluções  para conter a poluição do rio Marapanim e seus afluentes, além identificar os principais consumidores de água na região.

A Bacia - A Bacia Hidrográfica do Marapanim possui a extensão de 906,3km, em um território ocupado por mais de 526 mil habitantes. Essa extensão é composta pelos municípios de Castanhal, Curuçá, Terra Alta, São Francisco, Igarapé-Açu, Maracanã, Magalhães Barata, Santa Izabel do Pará, Santo Antônio do Tauá, São Caetano, Vigia de Nazaré e Marapanim.

Mais informações em: https://www.facebook.com/baciadomarapanim/

Docente do NUMA realiza visita a Reservas Extrativistas

Na última quinta-feira, 16, o prof. Dr. Otávio do Canto, do Núcleo de Meio Ambiente da UFPA (NUMA/UFPA), realizou atividades de campo para fins administrativos e de acompanhamento das atividades do Grupo de Estudos  Zona Costeira da Amazônia (GEZCA), por meio do Projeto “Conflito Socioambiental e Desenvolvimento Rural na Zona Costeira da Amazônia: Populações, Uso dos Recursos Naturais, Agricultura Familiar, Ordenamento e Gestão do Território", organizadas por ele. A visita iniciou pela manhã na Reserva Extrativista (RESEX) Marinha Mãe Grande de Curuçá e seguiu pelo período da tarde na Resex Mestre Lucindo, em Marapanim.

Curuçá - O professor Canto participou de uma reunião ordinária do Conselho Gestor da Resex Marinha Mãe Grande de Curuçá, onde o docente é Conselheiro Titular, representando a UFPA, realizada na sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR). Na ocasião, a discente do Programa de Formação Interdisciplinar de Meio Ambiente (PROFIMA/NUMA), Adriana Abreu, também participou do encontro como representante do Grupo  de Estudos Zona Costeira da Amazônia (GEZCA).

Na reunião, foram apresentados os resultados da pesquisa que deu origem ao artigo intitulado “Uso de redes na análise de conflito socioambiental e gestão do Território na Resex Mãe Grande de Curuçá/Pa”, desenvolvido pelo professor Canto, em conjunto com o prof. Dr. Mario Vasconcellos, a prof. Dra. Ana Maria Vanconcellos, a cientista social Adriana Abreu, o geógrafo Júlio Menezes e o Gestor da Resex Mãe Grande Curuçá Carlos Henrique Rebêlo. O artigo será publicado pela revista GAPTA de 2017.

A pesquisa analisou os conflitos socioambientais e a gestão do território na RESEX fazendo uso da rede de relações dos conselheiros do Conselho Gestor da Reserva. Neste sentido, o trabalho também foi um esforço para compreender a rede de relacionamento que os conselheiros realizam com as principais instituições procuradas para se instruir e dialogar. Levando-se em consideração a existência de um determinado conflito socioambiental na RESEX, a intenção foi a de averiguar o grau de sinergia entre as instituições presentes no Conselho, de modo que um ambiente mais democrático e com mais diálogo representa um Conselho com mais poder de gerir os conflitos.

De acordo com o relatório da visita, os participantes da reunião - formado por conselheiros, servidores do ICMBIO, pesquisadores, usuários e vereadores - foram bastantes receptivos aos resultados da pesquisa. Essa reação demonstra como a pesquisa científica pode ser uma estratégia importante na gestão ambiental de uma Unidade de Conservação, na medida em que é capaz de identificar os problemas e visualizar soluções eficazes para estes.

Marapanim - A visita ao município de Marapanim foi feita na companhia do Senhor Francisco Silva, vice-presidente da Associação dos Usuários da RESEX Mestre Lucindo (AUREMLUC), que auxiliou os representantes do NUMA na visitação de comunidades chaves para o entendimento da dinâmica da Unidade de Conservação. Na região, foram visitadas as comunidades de Guarajubal, Araticum-Mirim, Vista Alegre e Camará. A ida a estas localidades ou possibilitou observar as diversas particularidades da Resex, como a extensão das comunidades e pontos de geração de economia básica.

Em Camará, última comunidade visitada, o professor Otávio do Canto se encontrou com o Senhor Luís Gutemberg, presidente da AUREMLUC. As lideranças da Associação deram aos visitantes um panorama geral das reuniões de formação do Conselho Gestor, além de informar sobre os conflitos socioambientais nos pólos da Unidade de Conservação. Os representantes do NUMA puderam também expor o trabalho que o Núcleo de Meio Ambiente da Universidade Federal do Pará vem desenvolvendo na zona costeira ao almejar contribuir para o conhecimento da região de Marapanim e, desta forma, auxiliar a gestão ambiental da Reserva Extrativista.

 

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